SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA apresenta:

OVO

FESTIVAL

SONORO

3 a 15 de maio

Convidados Internacionais

David Toop

Rie Nakajima

Artistas Residentes

Carina Sehn

Leonardo Remor

Lucas Alberto Santos

Luciana Bass

Rodrigo Fernandez

Sissi Betina Venturin

EXPERIMENTAÇÃO
TECNOLOGIA
PERFORMANCE

SOBRE O FESTIVAL

Porto Alegre terá um novo e diferenciado festival. Ovo Festival Sonoro é curioso e impremeditado. Traz na programação convidados internacionais para a realização de atividades formativas que tem a experimentação como fundamento. É um convite ao público, aberto e gratuito, para troca de experiências e imersão no universo artístico e criativo, da arte sonora à performance.

A primeira etapa é aberta à participação direta do público interessado, através da masterclass de abertura do festival e do workshop, ministrados pelos artistas David Toop (Inglaterra) e Rie Nakajima (Japão).

Na segunda etapa, o público poderá acompanhar o festival através da transmissão ao vivo nesse link. Por sete dias, os artistas Carina Sehn, Leonardo Remor, Lucas Alberto Santos, Luciana Bass, Rodrigo Fernandez e Sissi Betina Venturin desenvolverão um trabalho inédito para o festival. O processo criativo inicial dos artistas será conduzido pelo ator e poeta britânico Ollie Evans, em um Laboratório Experimental por três dias. Logo após, o grupo segue por quatro dias em uma residência artística para a finalização dos trabalhos.

O público é convidado a conferir o resultado do festival em um grand finale! Será um dia inteiro de atividades, das 15h às 22h, na Galeria La Photo.

Estão todos convidados para essa primeira edição do Ovo Festival Sonoro!

Ovo Festival Sonoro é a imersão e experimentação no universo da arte sonora. Serão 13 dias de programação totalmente gratuita e aberta a todos os interessados, do dia 3 ao dia 15 de maio. Dois artistas internacionais de renome, David Toop (Inglaterra) e Rie Nakajima (Japão), realizarão a masterclass de abertura do festival, dia 3 de maio às 19h30, na Sala II do Salão de Atos da UFRGS. Também será aberto ao público, mediante inscrição, workshop com os artistas, com duração de três dias, do dia 4 ao dia 6 de maio, localizado na Galeria La Photo. A apresentação dos resultados do workshop para o público acontecerá dia 7 de maio, às 19h30, na Sala II do Salão de Atos da UFRGS.

A segunda etapa do festival será toda transmitida ao vivo, através desse link. Foram convidados seis artistas residentes, de diferentes áreas, que ao final, apresentarão um trabalho exclusivo para o festival. Ollie Evans (Inglaterra), conduzirá o grupo de artistas a despertar ideias e prosperar experimentações. Serão três dias de laboratório com o objetivo de intensificar e externar o processo de criação artística, possibilitando maior compreensão e alcance do público às novas proposições de arte-multimídia. Foram convidados músicos, artistas plásticos, escritores, programadores de softwares e performers, que farão quatro dias de residência artística para desenvolver um trabalho coletivo e apresentação exclusiva no encerramento do festival, que será aberto ao público, dia 15 de maio, das 15h às 22h, na Galeria La Photo. São eles:Carina Sehn, Leonardo Remor, Lucas Alberto Santos, Luciana Bass, Rodrigo Fernandez e Sissi Betina Venturin.

Se unem para o encerramento do festival, o show de Lote 3, projeto que desde 2010 une Londres à Porto Alegre. Um show musical inusitado e totalmente aberto às aventuras do acontecimento experimental: uma artista aqui, Carina Levitan, outro a milhas de distância, Graham Mackeachan, produzem encontros e desencontros sonoros.

E Medula Experimentos Sonoros, do Grupo de Pesquisa em Criação Sonora da UFRGS, cuja produção consiste em trabalhos artísticos e teóricos de música, arte sonora e artes visuais – de uma forma que não se saiba dizer exatamente onde uma coisa começa e outra acaba. O grupo integrará o naipe de artistas que encerram o Festival no evento do dia 15 de maio e apresentará duas performances ao público, nos dias 04 e 05 de maio, às 18h30, na Galeria La Photo.

O conceito do festival revela-se no próprio nome, Ovo Festival Sonoro. O ovo remete à ideia da singularidade de cada indivíduo compreendendo que cada um é aparente e interiormente diferente entre si. A imagem do ovo explica-se por si mesmo, do ovo nascerá a nova vida, o novo mundo. O desafio de provocar diálogos entre diferentes línguas e linguagens é a essência do festival que oferece um panorama sobre música, arte sonora, improvisação. A experimentação só é possível de ser compreendida quando vivenciada. O processo que se dará entre os artistas locais e convidados - exposto ao público através da transmissão online - que provoca nos participantes um estado de cena, a espetacularização da criação. A partir do momento em que o exercício criativo é público e compartilhado, acaba se tornando ele mesmo o processo e o produto artístico.

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WORKSHOP

Sculpture é uma proposta idealizada por Rie Nakajima e David Toop. O nome se refere ao entendimento da dupla de que todo evento em determinado espaço-tempo é uma escultura. O projeto artístico teve sete edições nos últimos três anos e chega a Porto Alegre pela primeira vez em sua versão workshop. No Ovo Festival, ao longo de três dias, os artistas e participantes desenvolvem improvisações com sons, objetos e materiais, abordando questões como duração, limites, movimento, escuta e experimentação. A prática performativa e curatorial também é explorada nos encontros. Os inscritos não precisam ter qualquer habilidade ou interesse particular, pois os artistas vão tratar de aspectos fundamentais do fazer experimental.

WORKSHOP DE ARTE SONORA SCULPTURE
DE 4 A 6 DE MAIO
DUAS TURMAS > 9h-12h e 14h30-17h30
GRATUITO | VAGAS LIMITADAS
Inscrições abertas do dia 15 ao dia 25 de abril.
Local: Galeria La Photo (Travessa da Paz, 44)

ARTISTAS CONVIDADOS

David Toop, é um dos artistas que ministrará a masterclass de abertura do Festival e workshop de arte sonora. É músico e compositor inglês, escritor e professor da London College of Communication e colaborador importante para a revista britânica The Face e The Wire. Descrito pelo jornal britânico “The Guardian” como o grande padrinho da arte sonora no Reino Unido, tem experiência em diversas esferas da arte sonora e musical. Já gravou com a tribo Yanomami na Amazônia, entrou para o “Top of the Pops” com a banda Flying Lizards, exibiu instalações sonoras em Tokyo, Beijing, London´s National Gallery e trabalhou com artistas como John Zorn, Evan Parker, Bob Cobbing, entre outros. Sua escrita inclui ensaios, críticas, artigos acadêmicos e seis livros, incluindo Rap Attack, Ocean of Sound, Haunted Weather e Sinister Resonance. Desde o seu primeiro álbum, lançado em 1975, ele gravou dez álbuns solo, incluindo Screen Ceremonies, Black Chamber e Sound Body, além de muitos registros de colaboração. Já realizou curadoria para exposições como Sonic Boom na Hayward Gallery, Playing John Cage na Arnolfini, Bristol, and Blow Up na Flat-Time House. Ele também é o co-criador do projeto Sculpture com artista Rie Nakajima.
Link pro site do artista.

Rie Nakajima, é uma das artistas que ministrará a masterclass de abertura do Festival e workshop de arte sonora, é uma performer japonesa que trabalha com instalações e performances que produzem som. Em geral, seus trabalhos são concebidos como resposta direta a espaços arquitetônicos específicos, utilizando uma combinação de dispositivos cinéticos e objetos encontrados. Já realizou diversas exposições e performances no Reino Unido e ao redor do mundo. Desde 2013, desenvolve o projeto Sculpture com David Toop. Ao lado de Keiko Yamamoto, realiza o projeto O YAMA O, que explora a música sem gêneros. Colabora frequentemente com David Cunningham, Miki Yui, Pierre Berthet e Guy De Bièvre no campo compartilhado da arte e da música. Já realizou performances com Angharad Davies, Clive Bell, Johan Vandermaelen, Lee Patterson, Shuichi Chino, Akira Sakata, Daichi Yoshikawa, Junko Wada, Lau Nau, Akio Suzuki, Phill Niblock, entre outros. Nascida em Yokohama, vive atualmente em Londres.
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Ollie Evans, artista que conduzirá o Laboratório Experimental,  é ator e poeta inglês. Atualmente termina doutorado sobre o desempenho de Finnegans Wake no Birkbeck College, na University of London. De 2008 a 2011 fez performances com o grupo Dummy Company, que combina marionetes, teatro de objetos, arte sonora e ventriloquia experimental. Ollie trabalha principalmente com voz e tradução e está atualmente em projetos que utiliza textos de Henri Michaux e Clarice Lispector. Co-editor de Stoma Press, suas publicações mais recentes incluem The Chomedy (Red Ceilings, 2013), High-Digger (Stoma Press, 2013), Kettles (Veer, 2013). Também fez inúmeras contribuições para revistas e antologias. Tem realizado seu trabalho pelo Reino Unido (Londres, Brighton, Edimburgo, Manchester e Guildford), MACBA (Barcelona), Mica Moca (Berlim) e estreou um trabalho no Wigmore Hall em colaboração com compositores e cantores da Guildhall School of Music. Sua próxima colaboração será uma composição baseada em Finnegans Wake com compositores e poetas Steve Potter, Grégorio Fontaine e Lawrence Dunn para o projeto Waywordsandmeansigns.
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ARTISTAS RESIDENTES

Ovo Festival Sonoro convocou seis artistas para imergir em um universo sonoro e experimental e desenvolver um trabalho específico a ser compartilhado no encerramento do festival. Seu processo de criação será aberto, de forma que o público poderá acompanhar suas experiências online. A experimentação só é possível de ser compreendida quando vivenciada. O processo que se dará entre os artistas locais e convidados - exposto ao público através da transmissão online - que provoca nos participantes um estado de cena, a espetacularização da criação. A partir do momento em que o exercício criativo é público e compartilhado, acaba se tornando ele mesmo o processo e o produto artístico. O público é convidado a conferir o resultado do festival, dia 15 de maio, em um grand finale! Será um dia inteiro de atividades, das 15h às 22h, na Galeria La Photo. Estão todos convidados para essa primeira edição do Ovo Festival Sonoro!

Carina Sehn éé artista visual e performer, trabalha o corpo como objeto de arte, território existencial físico, estético, energético e etérico. Pesquisa a natureza do corpo e seus processos vivos em relação à arte, à saúde e à educação. Ministra aulas de performance e de “exercícios para sutilizar o corpo”.
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Leonardo Remor, é artista visual e através do uso de diferentes mídias – filme, instalação, performance, fotografia – , investiga o espaço da natureza na lógica do desenvolvimento da cidade e do homem.
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Lucas Alberto Santos é cientista da computação e trabalha com desenvolvimento de softwares livres e arte-generativa, seu conhecimento será promitente para o desenvolvimento de um trabalho contemporâneo e universal.
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Luciana Bass, artista sonora, guitarrista, trabalha com improvisações livres e trilhas sonoras para filmes. É argentina, a única estrangeira do grupo, além da sua experiência de trabalho, convidar alguém de fora do país arrebatará o grupo à novos direcionamentos e reflexões. Link pro site do artista.

Rodrigo Fernandez é músico e biólogo, utiliza software de biologia para criação de música, colagens sonoras, improviso livre, técnicas de edição e construção de instrumentos para produção de temas não convencionais.
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Sissi Betina Venturin é atriz e performer,  interessada na pesquisa do movimento e da expressão corporal em diversos níveis, desenvolve trabalhos em performance, dança, teatro, cinema e artes visuais, pesquisa sonoridades e a musicalidade do corpo e objetos para o vídeo e a cena.
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Lote3 é um projeto de música de improvisação livre, iniciado em Londres em setembro de 2010. É formado pela musica e artista plástica gaúcha Carina Levitan e pelo contrabaixista londrino Graham Mackeachan. Os músicos utilizam em suas performances esculturas sonoras, aparelhos eletrônicos modificados, motores, sucatas e instrumentos de corda e percussão. Os shows são feitos via transmissão online com som e imagem transmitidos ao vivo em ambas cidades. No disco 'Cidade S', o duo toca ao mesmo tempo em diferentes continentes sem se ouvir. Isolados e com fusos horários ajustados, o som é gravado separadamente e sobreposto, formando uma única faixa para cada dia de gravação.
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Medula Experimentos Sonoros é um grupo de Porto Alegre, RS, que cria a partir de diferentes aspectos do sonoro. A produção do grupo consiste em trabalhos artísticos e teóricos que discutem ou se utilizam de sobreposições e atravessamentos das fronteiras dos campos disciplinares. Inclui trabalhos de música, arte sonora e artes visuais. O trabalho está inserido nas atividades do Grupo de Pesquisa em Criação Sonora da UFRGS e atualmente tem onze integrantes ativos, que se revezam em diferentes trabalhos: Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado, Ricardo de Carli, Carlos Ferreira, Nikolas Ferrandis, Isadora Martins, Ana Clara Matielo, André Brasil, Carina Levitan e Diego Silveira.

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